Negócio de impacto social conecta empresas à organizações sociais para evitar o desperdício de alimentos

13/11/22
|
Publicado por 
Redação Start

Connecting Food, startup que acredita que a fome e o desperdício de alimentos são um dos maiores paradoxos da atualidade, agrega visão estratégica para o setor de alimentos que deseja fazer a diferença na sociedade

Fundada em 2016 pela engenheira de alimentos Alcione Pereira, a Connecting Food é a primeira foodtech brasileira de impacto social focada na gestão inteligente de doação de alimentos excedentes. Ou seja, por meio da conexão entre empresas e Organizações da Sociedade Civil (OSCs), a empresa contribui para o combate ao desperdício de alimentos, a fome e ajuda o setor privado no cumprimento da agenda ESG.

De acordo com um estudo divulgado pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Penssan), mais de 125 milhões brasileiros não fazem as três refeições diárias e 33 milhões passam fome hoje no Brasil. Além disso, o número de alimentos desperdiçados em todo o mundo também cresce. Estimativas da Organização das Nações Unidas (ONU) indicam que em 2019 17% do total de alimentos disponíveis aos consumidores, o que representa 931 milhões de toneladas de alimentos, foram para o lixo de residências, varejos, restaurantes e outros serviços alimentares.

Para mudar esse cenário, a foodtech oferece inteligência e eficiência para a inovação social no  setor alimentício, uma vez que a redistribuição de alimentos que seriam desperdiçados é uma das estratégias para o combate à fome e também para o desenvolvimento sustentável de organizações que atuam com a produção e distribuição de alimentos.

Hoje, a empresa atende mais de 380 Organizações da Sociedade Civil (OSCs) em 116 cidades de 15 estados do país e já auxiliou na redistribuição de mais de 7 mil toneladas de alimentos que seriam desperdiçados, garantindo o complemento de 14,4 milhões de refeições na mesa de brasileiros. Entre seu  portfólio de clientes estão: Grupo Pão de Açúcar, iFood, Assaí Atacadista, Proença Supermercados, Nestlé, Bauducco e Danone.

“Buscamos gerar valor compartilhado para o ecossistema em que estamos inseridos; onde, além de resultados para nossos clientes, conseguimos beneficiar diversas organizações e a sociedade como um todo, criando um círculo virtuoso na redução do desperdício de alimentos. Por isso, desenvolvemos um trabalho de articulação e engajamento sobre a problemática e sobre a  importância de iniciativas que promovam a redução do desperdício de alimentos. Além disso, para ter uma ampla visibilidade sobre os desperdícios, geramos dados estratégicos para a gestão das perdas e melhorias operacionais”, destaca Alcione Pereira, fundadora e CEO da Connecting Food.

Combatendo a fome e contribuindo para a agenda ESG

Por meio da força motriz humana, dados, tecnologias, processos ágeis e conscientização em torno do paradoxo que é a fome e o desperdício de alimentos, a Connecting Food estimula o combate ao desperdício de alimentos de forma estratégica, sistematizada e organizada dentro das empresas.

Além de combater a fome, a foodtech ajuda diretamente no cumprimento de outras pautas da agenda ESG dentro das organizações, uma vez que os alimentos ainda bons para consumo não são destinados para os aterros sanitários, o que reduz significativamente os custos relacionados à gestão e ao descarte de resíduos. Além disso, a gestão inteligente  das doações de alimentos também contribui para a redução de custos operacionais e permite que  as equipes dediquem seu tempo às atividades centrais do negócio.

Com inovação e inteligência de dados, a Connecting Food, com base na filosofia das empresas regenerativas, pretende provocar uma mudança de comportamento na sociedade e destinar alimentos para seu o propósito primário, que é nutrir pessoas.

Sobre a Connecting Food:
Fundada em 2016 pela engenheira de alimentos Alcione Silva, a Connecting Food é a primeira foodtech brasileira de impacto social focada na gestão inteligente de doação de alimentos excedentes. Ou seja, por meio da conexão entre empresas e Organizações Organizações da Sociedade Civil (OSCs), a empresa  contribui para o combate ao desperdício de alimentos, a fome e ajuda o setor privado no cumprimento da agenda ESG.

Frente ao negócio social, a jovem fundadora e CEO Alcione Silva, engenheira de alimentos, especializada em desperdício, dedica-se há mais de 20 anos a estudar a alimentação e seus processos de distribuição. Temática que vem ganhando importância nos debates mundiais e que atualmente, com a crise gerada pela Covid-19 e seus desdobramentos sociais, deve se intensificar nos próximos anos. Para a CEO, as proporções do desperdício de alimentos em todo o planeta são imensas. Igualmente imenso é o número de pessoas com algum grau de insegurança alimentar.

A foodtech que hoje atende mais de 380 Organizações da Sociedade Civil (OSCs) em 116 cidades de 15 estados do país, oferece inteligência e eficiência para fomentar o desenvolvimento sustentável de forma inovadora em organizações dentro do setor alimentício, contribuindo diretamente para que os alimentos ainda bons para consumo, mas sem valor comercial, sejam distribuídos para pessoas em situação de vulnerabilidade social.

Até o momento a empresa já auxiliou na redistribuição de mais de 7 mil toneladas de alimentos que seriam desperdiçados, garantindo o complemento de mais de 14,4 milhões de refeições na mesa de brasileiros. Entre o portfólio de clientes estão: Grupo Pão de Açúcar, iFood, Assaí Atacadista, Proença Supermercados, Nestlé, Bauducco e Danone.

Confira mais posts do Start